PREFEITURA DE CONCEIÇÃO DO MATO DENTRO CRIA SITE COM ROTAS E INFORMAÇÕES TURÍSTICAS

Quando tem que bater a gente bate! Mas quando cria-se algo bom é de tirar o chapéu!

A prefeitura de Conceição criou um site que, diga-se de passagem, ficou excelente! O site conta um pouco a história da cidade, além de permitir aos turistas informações importantes, como:

  • Rotas Turísticas;
  • Gastronomia;
  • Serviços na cidade, como Hotéis, postos de gasolina, bancos, etc.

O site vai permitir ao turista, melhor acessibilidade às rotas, além de fazê-lo conhecedor da história conceicionense.

Parabéns à prefeitura!

Visite http://turismo.cmd.mg.gov.br

O Everest, um lixão no teto do mundo

Barracas fluorescentes, material de escalada e até excrementos. Em 2017, os alpinistas na vertente nepalesa recuperaram cerca de 25 toneladas de resíduos sólidos e 15 toneladas de dejetos humanos

O ser humano deixa seu rastro até no teto do mundo. Barracas fluorescentes, material de escalada, cilindros de oxigênio vazios e até excrementos. Um alpinista que acha que vai encontrar neve imaculada no Everest pode ter uma surpresa desagradável.

“É nojento, um espetáculo repugnante”, diz Pemba Dorje Sherpa, um guia nepalês que chegou 18 vezes ao Everest. “A montanha tem toneladas de resíduos.”

Desde o surgimento das expedições comerciais nos anos 1990, disparou o número de pessoas que escalaram a montanha de 8.848 metros de altitude. Este ano, somente na alta temporada da primavera, pelo menos 600 alpinistas alcançaram seu cume. Mas essa popularidade tem consequências. Os montanhistas, que gastam muito dinheiro para realizar a emblemática subida, às vezes prestam pouca atenção à sua pegada ecológica. Pouco a pouco, com uma cordada após a outra, os resíduos vão manchando o Everest.

As autoridades já tomaram algumas medidas para impedir a poluição. Há cinco anos o Nepal pede uma fiança de 4.000 dólares (15.600 reais) por expedição, que reembolsa se cada alpinista do grupo trouxer de volta pelo menos oito quilos de dejetos. No lado tibetano da montanha, menos frequentado, as autoridades exigem a mesma quantidade e impõem multa de 100 dólares (390 reais) por quilo faltante.

Em 2017, os alpinistas da vertente nepalesa recuperaram cerca de 25 toneladas de resíduos sólidos e 15 toneladas de dejetos humanos, segundo o Sagarmatha Pollution Control Committee (SPCC). E nesta temporada foram retiradas quantidades ainda mais elevadas, embora continuem representando uma ínfima parte da poluição causada.

Somente a metade dos alpinistas recupera as quantidades de resíduos exigidas, segundo o SPCC. A perda da fiança representa na realidade uma soma ridícula em comparação com as dezenas de milhares de dólares que cada montanhista gasta para uma expedição ao Everest.

Para Pemba Dorje Sherpa, o principal problema é o desleixo dos visitantes, ao qual se soma o fato de que algumas autoridades fecham os olhos em troca de um pequeno suborno. “Não há vigilância suficiente nos acampamentos altos (os situados acima do acampamento-base) para garantir que a montanha continue limpa”, lamenta.

A guerra de preços entre vários operadores converteu o Everest em um destino mais acessível para um número cada vez maior de alpinistas inexperientes. As expedições mais baratas podem custar “somente” 20.000 dólares (78.000 reais), muito abaixo dos cerca de 70.000 (273.000 reais) pagos pelas mais famosas.

“Não há vigilância suficiente nos acampamentos altos (os situados acima do campo-base) para garantir que a montanha continue limpa”

A chegada de pessoas menos acostumadas a montanhas altas agrava o problema da poluição, pondera Damian Benegas, um veterano do Everest. Antes, os alpinistas levavam eles mesmos a maior parte de seu material, mas muitos neófitos não conseguem fazer isso hoje em dia. Os xerpas “têm de levar o material do cliente, por isso já não podem trazer o lixo para baixo”, afirma Damian Benegas, que incentiva as agências a contratarem mais funcionários para montanhas altas.

Os defensores do meio ambiente também temem que a poluição do Everest afete os rios do vale situado mais abaixo. No momento, os excrementos dos alpinistas do acampamento-base são transportados até a cidadezinha mais próxima, a uma hora a pé, onde são jogados em fossas.

“Depois acabam sendo arrastados rio abaixo durante as monções”, explica Garry Porter, um engenheiro norte-americano. Ele e sua equipe estudam a construção de uma estrutura de compostagem perto do acampamento-base, para transformar esses excrementos em adubo.

Ang Tsering Sherpa, ex-presidente da Associação de Alpinismo do Nepal, acha que uma das soluções poderia ser a criação de equipes dedicadas unicamente à coleta de dejetos. Sua operadora, a Asian Trekking, que insiste no lado ecológico de suas expedições, recolheu 18 toneladas de resíduos na última década, além dos oito quilos por membro da expedição. “Não é um trabalho simples”, diz Ang Tsering Sherpa. “O Governo tem de estimular os grupos para limpar e aplicar as regras com mais rigor.”

Fonte: El País

Dia Mundial do Meio Ambiente

Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado anualmente em 5 de Junho.

O Dia Mundial do Meio Ambiente começou a ser comemorado em 1972, com o objetivo de promover atividades de proteção e preservação do meio ambiente, e alertar o público e governos de cada país sobre os perigos de negligenciarmos a tarefa de cuidar do mundo em que vivemos.

Foi em Estocolmo, no dia 5 de junho de 1972, que teve início a primeira das Conferências das Nações Unidas sobre o ambiente humano. A reunião durou até o dia 16 e congregou vários governos e ONG’s. Por esse motivo foi a data escolhida como Dia Mundial do Meio Ambiente.

No Brasil ainda se celebra a Semana Nacional do Meio Ambiente, como consequência da data criada pela ONU.

Temas do Dia Mundial do Meio Ambiente

Todos os anos, as Nações Unidas dão um tema diferente ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Esta foi a forma encontrada pela ONU para dar ideias de atividades que promovam a conscientização da população para preservar o meio ambiente.

O tema para 2018 é “Acabe com a Poluição Plástica“.

Atividades para o Dia do Meio Ambiente

  • Pinte um mural sobre a natureza;
  • Ajude a limpar uma praia;
  • Faça coisas com material reciclado;
  • Plante uma árvore ou um mini jardim em sua casa;
  • Utilize materiais reciclados;
  • Comece a separar o lixo para ser reciclado;
  • Ajude a limpar um parque público.

Frases para o Dia do Meio Ambiente

  • “Ambiente limpo não é o que mais se limpa e sim o que menos se suja”.
  • “É triste pensar que a natureza fala e que o gênero humano não a ouve”. (Victor Hugo)
  • “Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome”.(Mahatma Gandhi).

    Fonte

BASE JUMP É ATRAÇÃO NA CACHOEIRA DO TABULEIRO

O Parque do Tabuleiro caminha junto com os esportes de aventura. Um dos esportes muito praticados na cachoeira é o Base Jump, que é uma modalidade na qual o base-jumper (esportista) salta de penhascos, prédios, antenas e outros, fazendo o uso de pára-quedas apropriado para abertura em baixas altitudes.

No parque, o salto ocorre do topo da nossa cachoeira, o base-jumper salta do topo, abre o para-quedas após poucos segundos e aterrisa dentro do poço principal.

Imagine quanta emoção!

 

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Conceição do Mato Dentro, uma beleza incrustada em Minas Gerais

Minas Gerais geralmente é associada a coisas boas: boa culinária, pessoas acolhedoras e destinos turísticos imperdíveis. Você pode fazer descobertas surpreendentes sobre a cultura e a história das cidadezinhas e do seu povo e o mais legal é que não importa em que época do ano você vai visitar as gerais, você sempre terá uma ótima experiência.

Na percepção de Guimarães Rosa, Minas são muitas e por isso, pode ser muito difícil você escolher qual destino conhecer primeiro. Pra te dar uma forcinha com isso, nossa sugestão é começar por Conceição do Mato Dentro! Quer saber porque? Então, vem!

A natureza exuberante

Considerada a “Capital Mineira do Ecoturismo”, Conceição do Mato Dentro está situada a 167 km da capital Belo Horizonte e está localizada também na vertente oriental da Serra do Cipó e Cordilheira do Espinhaço. Esta localização privilegiada tem como resultado uma natureza rica em diversidade e beleza.

O município tem um patrimônio natural singular com um ecossistema raro reconhecido pela Unesco como reserva da Biosfera. Um dos atrativos naturais mais visitados é a Cachoeira do Tabuleiro, considerada a queda d’água mais alta de Minas Gerais e a terceira mais alta do Brasil.

A riqueza do Patrimônio Arquitetônico

Assim como em todas as cidades que fazem parte do Circuito Estrada Real, Conceição do Mato Dentro conserva inúmeros casarões, igrejas e capelas da época do ciclo do ouro. Se você é fã do turismo histórico cultural vai enlouquecer com as calçadas originais do século 17, chafarizes e as igrejas com estilos barroco e rococó. A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição é um dos exemplos de riqueza e é uma verdadeira obra de arte.

As manifestações tradicionais

Conceição ainda é muito ligada a religiosidade e as festas tradicionais ainda tem muito do folclore local. Com influências da cultura portuguesa, africana e indígena, as festas e tradições são um espetáculo à parte para quem deseja conhecer a fundo as paixões e tradições que movem o povo de Conceição do Mato Dentro.

A deliciosa culinária local

A culinária mineira é uma das melhores do Brasil e dispensa comentários. Cada canto do estado tem uma comida típica diferenciada e com um gostinho único. Pão de queijo, goiabada, doce de leite, feijão tropeiro, arroz com pequi, frango com quiabo, bambá de couve… ufa! Poderíamos ficar aqui listando todas as delícias do estado. Em Conceição a fama é toda do queijo artesanal produzido nas fazendas e distribuído pela Cooperativa Agropecuária dos Produtores Rurais do Médio Espinhaço.

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Poço Pari

É a partir do encontro dos cursos d’água do Rio Preto e Córrego Grande, no distrito de Tabuleiro, que se forma o Poço Pari: uma piscina natural de aproximadamente 200m2 cuja água apresenta tonalidade caramelo escuro. Ao seu redor, a presença de mata ciliar e uma pequena praia fluvial de pedras brancas e areia que contrastam com a cor da água. Além da Cachoeira do Tabuleiro, o poço também é um dos principais pontos turísticos visitados na região.

O local é de propriedade particular, administrado por uma família residente no final da estrada de acesso ao atrativo. É cobrada dos turistas uma taxa pela área de estacionamento, que fica próxima à trilha de acesso e à residência dos proprietários e em certas épocas uma taxa de entrada.

Como chegar: Distante 19 km da cidade, o atrativo está localizado a cerca de 400m do centro do distrito de Tabuleiro.

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Cachoeira do Zé Cornicha

A cachoeira do Zé Cornicha está localizada em um afluente do Rio Preto, próximo à entrada do Boqueirão ou Canyon do Rio Preto. Também está inserida nas Unidades de Conservação (UC) do Parque Estadual da Serra do Intendente.

Formada a partir de grandes paredões rochosos, de aproximadamente 90m de altura, constitui-se de uma queda principal, com cerca de 60m, e com volume de água pequeno. O poço formado pela queda d’água possui aproximadamente 30m2 e profundidade de 1,5 a 2m. A água é bastante fria, com tonalidade marrom claro, chegando a ser transparente. Por estar próxima a todo um conjunto de atrativos, é também uma das mais visitadas da região. De frente ao poço, existem grandes lajes (lapas), entremeadas por pequenos arbustos. A vegetação do entorno é rica e variada, com destaque para as bromélias gigantes e sempre-vivas.

 

Como chegar: O acesso pode ser feito partindo do povoado de Tabuleiro, seguindo a estrada em direção ao Poço Pari. Quando chegar à bifurcação que leva ao poço, prosseguir pela estrada de rodagem, à direita. Passar por duas cancelas (ou porteiras), pelo cemitério e um riacho. Assim que passar por este riacho, mantenha-se ainda pela esquerda, até atravessar o Rio Preto. Seguir por uma trilha na margem esquerda (rio acima) até chegar ao riacho onde está localizada a cachoeira. A caminhada é de aproximadamente 1 hora.

 

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Cidade historica de Minas quer voltar a ser a Capital Mineira do Ecoturismo

CONCEIÇÃO DO MATO DENTRO GARANTE A ACESSIBILIDADE DOS TURISTAS AOS SEUS PRINCIPAIS ATRATIVOS NATURAIS

A cidade turística e histórica de Minas Gerais, a 170km de Belo Horizonte, ficou conhecida nos anos 2000 como a capital mineira do ecoturismo e agora dá um grande salto para recuperar esse título

O verão começou com a reabertura dos acessos às cachoeiras mais bonitas de Conceição do Mato Dentro: a do Tabuleiro e Rabo de Cavalo. Tudo foi feito pensando na acessibilidade aos seus atrativos, para que todos os visitantes possam conferir bem de pertinho as belezas da cidade, inclusive a mais alta cachoeira de Minas Gerais e a terceira mais alta do Brasil: a Cachoeira do Tabuleiro.

As trilhas, que ficam dentro do Parque Natural Municipal do Tabuleiro, eram caminhos naturais e agora estão devidamente estruturadas, com a construção de escadas, pequenas pontes entre os vãos, corrimãos, deks para descanso e mirante, dando segurança e conforto para visitantes de todas as idades. Todo o projeto foi feito dentro das normas ambientais, objetivando o menor impacto no meio ambiente e na paisagem. O projeto da construção das trilhas é fruto da parceria entre a Prefeitura Municipal e a Anglo American, que promoveu essa adequação da infraestrutura das trilhas dentro de um conceito mais moderno de sinalização e segurança.

A reabertura do Parque Natural Municipal do Tabuleiro e das trilhas aconteceu em uma quarta-feira, dia 20 de dezembro, em solenidade realizada pela Prefeitura de Conceição do Mato Dentro e a Anglo American, contando com a presença e participação de moradores da região, turistas, ambientalistas e convidados, que juntos inauguraram as trilhas de acesso ao poço da cachoeira do Tabuleiro e à cachoeira Rabo de Cavalo, recuperadas e adaptadas para fazerem um turismo seguro e sustentável.

A cerimônia de inauguração dos dois acessos aconteceu às 14h, na sede do Parque Natural Municipal do Tabuleiro, que fica a 19 quilômetros do centro de Conceição do Mato Dentro.

Capital mineira do Ecoturismo

A atividade turística é um segmento importante na economia de Conceição do Mato Dentro e região, que, graças às suas muitas cachoeiras e formações rochosas, tem vocação natural para o ecoturismo e o turismo de aventuras. Com a recuperação das trilhas, a ideia é tornar ainda mais atrativa a visita a esses monumentos naturais tão conhecidos na cidade.

A cachoeira do Tabuleiro é o mais conhecido cartão-postal da região de Conceição do Mato Dentro. Trata-se da mais alta cachoeira do Estado e a terceira do Brasil, com 273 metros de queda d’água livre, altura equivalente a um edifício de 91 andares. A força da água abriu um poço com cerca de 20 metros de profundidade, em meio a uma área de visual arrebatador, caracterizado pela beleza da queda d’água, o verde da vegetação abundante e pelas instigantes e desafiadoras formações rochosas do entorno.

O Parque estava com acesso fechado desde maio de 2017, quando a Prefeitura decidiu interditá-lo para obras de readequação das trilhas, executadas juntamente com a Anglo American, que cuidaram na implantação de corrimãos, pontes, escadarias e placas sinalizadoras, além de refazer toda a drenagem do terreno, já que a temporada de chuvas começou.

De acordo com o prefeito de Conceição do Mato Dentro José Fernando Aparecido de Oliveira “essa inauguração é um marco para o Turismo em Conceição, que passa a ter agora segurança, conforto sem perder seu encantamento natural, sua beleza singular, garantindo a todos o acesso, tudo isso dentro de um desenvolvimento do turismo sustentável no município”.

Segundo o analista de Meio Ambiente da Anglo American, Josimar Gomes, “as trilhas já estão prontas para receber os visitantes, nessas férias, com uma estrutura bem definida, bem sinalizada, garantido a todos poder ver e desfrutar das belezas naturais de Conceição, que são de uma exuberância única” explica.

A parceria da Prefeitura com a Anglo também incluiu a nova sinalização da Estrada do Charco, uma via de acesso que liga as cachoeiras Rabo de Cavalo e Tabuleiro. Com as novas placas, o caminho poderá ser melhor utilizado pelos turistas, tanto para percursos a pé ou de bicicleta. Está sendo finalizada, também, a sinalização da “Estrada Ecológica”, ao longo da MG-010, com placas indicativas dos atrativos naturais e culturais da região. Para o próximo ano, um dos principais projetos da Prefeitura em parceria com a mineradora para o turismo da região é a construção de uma rampa de voo livre dentro do Parque.

Fonte: Petrônio Souza Gonçalves

Vila Fantasma – Capelinha/Serro-MG

No alto da Serra da Caroula, fiéis romeiros criaram uma pequena Vila ao redor de uma singela Capela. Durante uma semana ao ano, os romeiros migram até a Serra para louvar a Nossa Senhora das Dores. Ao término do Jubileu dedicado a Santa, este lugar místico e encantador volta a ser desabitado. Daí surge o codinome Vila Fantasma.

Fotografias: Júnior Oliveira

Fonte: Facebook Serro/MG