Por que 11 países africanos estão construindo uma muralha de árvores

Dentro de aproximadamente vinte anos, a “Grande Muralha Verde”, como é conhecida, deverá estar construída, muralha esta que tem o objetivo de impedir o contínuo avanço do deserto do Saara, que continua a estender-se ano após ano com as dunas a serem arrastadas pelo vento.

Explica a NBC que esta muralha será composta por um largo cinturão de árvores que se irão replicar ao longo de 15 quilómetros de largura e mais de sete mil em comprimento, ligando a Mauritânia e Djibouti, abrangendo assim todo o continente africano.

Além de tentar estancar de vez o avanço do deserto, espera-se que esta nova floresta – que deverá cobrir quase 12 milhões de hectares – consiga combater a pobreza e também garantir uma melhor gestão dos recursos naturais.

Já em 2007, as Nações Unidas elaboraram um relatório sobre Alimentação e Agricultura que concluía que os países que virão a ser protegidos por esta muralha (Burkina Faso, Djibouti, Eritreia, Etiópia, Mali, Mauritânia, Niger, Nigéria, Senegal, Sudão e Chad) perdiam, em média, 1.712 milhões de hectares de floresta por ano.

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Cachoeira Três Barras, Conceição do Mato Dentro

Localizada próximo ao Povoado de Três Barras, daí a origem do nome, essa cachoeira tem altura aproximada de 13m. Incrustada num paredão de 40m de extensão, forma um grande poço, propício a mergulhos, evitando-se os blocos de pedras existentes em suas bordas. A parte de cima da queda d`água apresenta um poço comprido, formado pelo alargamento do rio Cubas e com águas muito tranquilas. A queda tem uma calha central onde passa grande volume de água.

Algumas grandes pedras deslocadas no período de sua formação ainda se encontram dentro do poço, formando pequenos espaços de recreação. A vegetação do entorno é alta e densa. Devido ao grande volume de água, ao poço e à sua relativa proximidade com a cidade, é um dos principais atrativos turísticos do município, atraindo visitantes em praticamente todas as épocas do ano.

O paredão da Cachoeira das Três Barras em Conceição do Mato Dentro também é muito procurado por escaladores e praticantes de rappel (canyoning) e, por isso mesmo, tem uma grande visitação, inclusive dos próprios conceicionenses. A cachoeira fica em uma fazenda particular, mas a visitação é permitida e gratuita.

 

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Audiências Públicas da Anglo American marcam Alvorada de Minas e Dom Joaquim

Nos dias 03 e 04 de Outubro, ocorreram nos municípios de Alvorada de Minas e Dom Joaquim, respectivamente, Audiências Públicas visando avaliar e discutir sobre a liberação do Step 03 do empreendimento Minas-Rio, da Anglo American.

Os eventos foram marcados pela forte atuação do Ministério Público Estadual e Federal, que, pautados pela honra, desempenharam seus deveres com exatidão e lisura, demonstrando alto desempenho na proteção dos atingidos pelo empreendimento Minas-Rio e das cidades circunvizinhas à Conceição do Mato Dentro.

É importante esclarecer, que os eventos foram recomendados pelo MPE e MPF, que praticamente obrigaram o estado de Minas Gerais e seus órgãos à ocorrência das mesmas. Existem atualmente, diversas questões emergenciais, que, necessariamente precisam de debate para uma solução concreta, mas a empresa insiste em ignorá-las e estrategicamente, deixa para resolvê-las após a liberação do licenciamento para expansão da mina, o que para muitos é um absurdo.

Uma das questões mais apresentadas no debate foi a escassez dos recursos hídricos vivida atualmente nos municípios e pelo Brasil afora. Ora, como podemos ser aceptíveis em aprovar um projeto que levará nossa maior riqueza (água) para o mar, sem a confirmação do abastecimento populacional nas regiões atingidas? Afinal de contas, sobrará água para a população? Pois existem comunidades que já estão recebendo água mineral pela imprudência da empresa em não planejar previamente se seria viável a instalação de mineroduto em tempos de crise hídrica. Colocar culpa na chuva é fácil, quero ver é aceitar que houve um mau planejamento na referida questão.

– “Se Conceição do Mato Dentro e Alvorada de Minas tem o minério, nós temos a água” Foi o que disse um morador local dom joaquinense, ao saber que a cidade não recebe adequadamente os royalties pela exportação de sua maior riqueza. Além disso, os moradores cobraram da empresa medidas eficazes em investimento dos recursos aplicados na cidade, ou seja, de que adianta reformar o quartel da Polícia Militar se não há policiais suficientes para a devida proteção? Adianta gastar milhões na reforma do hospital, se a prefeitura não tem recursos suficientes para manter as despesas salariais e estruturais? São perguntas como estas que cercaram os funcionários da empresa, que, insistiram em “dialogar” e não resolver previamente estes problemas, provavelmente ocasionados pela instalação da Anglo American na região.

Os moradores de Dom Joaquim cobraram também, maior participação de empregos efetivos na cidade, alegando que a cidade é impactada e precisa de diversas mitigações para o beneficiamento econômico da mesma.

Já em Alvorada de Minas, não percebi um depoimento sequer favorável a mineração na região. A maioria dos depoimentos criticou o descaso da empresa e das administrações passadas da prefeitura, alegando estarem abandonados pelas falsas promessas de seus representantes.

Houve grande comoção da população local em parabenizar o desempenho dos representantes do Ministério Público, Drs. Helder Magno, Marcelo Mata Machado, André Sperling e Luiz Tarcízio, que discursaram a favor do reconhecimento dos cidadãos atingidos na cidade, além de medidas eficazes para mitigar a situação precária que se encontram.

Cabe destacar também a participação do Sr. Tádzio Coelho, convidado especial do grupo Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade (PoEMAS), que explicou diversos assuntos relacionados à mineração em geral, incluindo possíveis estratégias atuais das mineradoras. Na ocasião, o Sr. Tádzio apresentou gráfico de pobreza e pobreza extrema, comparando as 04 cidades que o Minas-Rio aflige, com o restante do estado, apontando diversos dados negativos que a região sofreu após a instalação da mineradora.

A empresa, por sua vez, teve discurso evasivo e inconclusivo, pautados no diálogo e não na solução concreta para os diversos problemas exaustivamente ditos pelos moradores da região. Sei que não é culpa dos representantes da Anglo American que ali se justificavam, pois estão subordinados à acionistas mundiais que cobram por lucros. Mas, os representantes de alto escalão da empresa, deveriam se preocupar em reconhecer os atingidos e resolver estas pendências com maior agilidade, para até mesmo, minerarem com maior tranquilidade, proporcionando seus altos lucros ao longo dos anos que virão.

É inconcebível adiar estes problemas, a população atingida já não aguenta mais esses discursos de “só através da conversa se resolve as coisas”. Amigo, os atingidos não querem conversa, eles querem ser reconhecidos como atingidos e posteriormente serem reassentados. O fato, é que estão cada vez mais desacreditados nas promessas evasivas da empresa.

A pergunta que fica é: Por que acreditar agora, na véspera do licenciamento, se não fizeram o certo anteriormente?

Peço a Deus que mude a situação dos mais necessitados no Brasil e que nos dê maiores esperanças neste ano que virá. Queremos emprego sim! Mas também queremos respeito e dignidade àqueles que se encontram em situação de pobreza extrema.

Meus sinceros agradecimentos a todos envolvidos que defenderam os atingidos e que dia a dia labutam por maior igualdade na sociedade brasileira.

Parabéns a todos os representantes do Ministério Público, Cáritas Brasileira, Polos de Cidadania, Movimento Pela Soberania Popular na Mineração (MAM), Rede de Articulação e Justiça dos Atingidos pelo Projeto Minas-Rio (REAJA) e Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais (GESTA/UFMG). Unidos somos mais fortes.

O que Deus criou, o ser humano jamais destruirá! Só cabe saber usufruir.

Nos dias 02 e 03 de Outubro, pude visitar a maravilhosa cidade de Santo Antônio do Itambé. Núcleo urbano nascido no século XVIII, o município faz parte dos circuitos turísticos dos Diamantes e da Estrada Real, além de ser a porta de entrada para o Parque Estadual do Pico do Itambé.

Desde já, agradeço o guia local, Welinton Magno, pela gentileza de nos apresentar o Recanto, local onde recebe pessoas de boa fé, onde fica comprovado seu belo trabalho de recuperação e preservação das nascentes que deságuam no rio Água Santa, coroado por belas cachoeiras. No local, também funciona o serviço de camping, lazer e ecoturismo. O recanto está localizado há 07 Km do centro da cidade.

Pude ainda presenciar reunião ocorrida na Câmara Municipal da cidade, que deixou nítida a intenção dos habitantes, o desejo de evitar que atividades minerárias se aproximem na região e de prevalecer a agricultura familiar e o turismo.

Santo Antônio do Itambé, “teto do sertão mineiro”, nós mineiros nos orgulhamos em ter uma comunidade tão acolhedora e guerreira em nosso Estado. Continuem cuidando das nossas montanhas alterosas, das águas, preservando a biodiversidade e desfilando toda a sua beleza natural.

A arrancada para o Turismo vai muito bem, obrigado.

Instituído pela Organização Mundial do Turismo, em 1979, o dia 27 de Setembro, Dia Mundial do Turismo nasceu no intuito de promover o conhecimento da comunidade internacional acerca da importância do turismo, seus valores sociais, culturais, econômicos e políticos.

Em comemoração ao Dia Mundial do Turismo, Conceição do Mato Dentro como poucos municípios do Brasil, idealizou evento na Câmara Municipal, que consagrou a continuidade da retomada do turismo na região. A intenção dos organizadores do evento foi transformar o Dia Mundial do Turismo numa data capaz de conscientizar a sociedade dos valores culturais, políticos, econômicos e sociais que esse ramo ocasiona, participando estudantes da rede municipal, empresários e especialistas do segmento turístico, o que proporcionou interação produtiva e visionária para o município, que continua sua caminhada rumo ao turismo sustentável.
O turismo é uma atividade relacionada ao entretenimento, onde as pessoas se divertem ao passearem por diferentes lugares. Além disso, é tido como a área profissional que cuida de toda a movimentação que esses passeios ocasionam, o conjunto de serviços que os mesmos geram, com o intuito de promover o bem-estar dos visitantes ou turistas, sendo que seu maior objetivo é de que o viajante sinta-se satisfeito e retorne ao local.
As movimentações turísticas abrangem boa parte da economia de uma cidade, pois ocasionam a circulação de um número bem maior de pessoas nas regiões visitadas. Isso faz com que aumentem os empregos, os investimentos na estrutura da cidade, melhorando a qualidade de vida das pessoas que ali vivem.
Hotéis, restaurantes, feiras, shows, teatros, museus, dentre outros são os grandes atrativos para os turistas, levando ao aumento das arrecadações financeiras desses estabelecimentos, provocando maior arrecadação dos impostos, aumentando também a arrecadação municipal.

Em função do Ano Internacional da Biodiversidade, declarado pela ONU, o tema escolhido para as comemorações deste ano é “Turismo, biodiversidade e sustentabilidade”, com o objetivo de sensibilizar as pessoas sobre a importância da biodiversidade e sobre o papel do turismo sustentável na preservação da vida na Terra.

Parabéns aos envolvidos no evento realizado em Conceição do Mato Dentro, o momento é de união e cooperação, para que esse setor volte a ser a principal atividade do município, referência para todo Brasil. Nossa parceira Montanha Aventuras é uma das colaboradoras e participantes desta alavancada. Vamos em frente, capital do ecoturismo!

Projeto da Anglo American é rejeitado por comunidades de Santo Antônio do Itambé

No dia 24 Set 17 aconteceu a Assembleia Popular da Mineração, na comunidade do Botafogo, em Santo Antônio do Itambé-MG, organizada por moradores locais e o Movimento pela Soberania Popular da Mineração (MAM) de Conceição do Mato Dentro e Alvorada de Minas. O objetivo do evento foi a conscientização dos impactos que poderão ser promovidos através do projeto de mineração na região idealizado pela empresa Anglo American.

As comunidades rurais da cidade estão preocupadas com o projeto que a Anglo American visa implantar na região, serão aproximadamente 830 mil litros de água por dia, que serão utilizados na produção do material. Fora a questão da água, existem outras questões impactantes que acarretarão na cidade com o tempo, como poeira, mau cheiro, barulho, rebaixamento do lençol freático, instalação de barragem de rejeitos, etc. Esses impactos, afetarão as comunidades locais, resta saber, se os órgãos competentes farão consulta popular a fim de aprovar esse “caos generalizado”.

“Aqui não chove há tempos meu filho, como nós vamos fazer se implantarem isso aí? Minha plantação vai secar” Foi o que disse uma senhora preocupada com a escassez hídrica vivida na região. É lamentável que em tempos de crise, os governos deliberarem projetos que atinjam as nascentes, rios, cachoeiras, com explosões intermináveis, destruindo a natureza e colocando em risco a vida do mais necessitado.

A água, recurso necessário para a sobrevivência do ser humano, vem sendo tratada com total desrespeito pelos órgãos competentes em Minas Gerais, que, alimentado pelo capital e ego, descumprem seus ofícios e fingem que nada de mal está ocorrendo, mas não se preocupem,quando o caos se tornar realidade, seus filhos e netos vão respirar o mesmo ar poeirento e vão tomar a mesma água contaminada, servida atualmente, somente para os pobres.

“Ahhh vamos fazer um projeto de mineração sustentável”“Aqui vai ser diferente, vamos trazer muitos empregos para a região”, olha o que Conceição do Mato Dentro está passando atualmente. As comunidades adjacentes ao Minas-Rio estão sendo ignoradas pela Anglo American, que os empurra com a barriga até ser aprovada a licença de expansão.

Foi muito gratificante participar do evento, as pessoas saíram unidas e cobrarão com mais rigor as questões relacionadas a natureza como um todo. Não podemos deixar a natureza de lado! Senão ela também nos deixará!

No final do evento, o grupo de teatro denominado Revolução da Juventude, composto por adolescentes de Conceição do Mato Dentro e Alvorada de Minas, realizaram a peça teatral “Mineradora CALE: a vida muda!” Que contou o caso fictício do “Gilberto”. Um senhor que é sempre demitido e recontratado pelas suas terceirizadas, permanecendo pobre e sem tempo para aproveitar sua família.

 

Cachoeira Rabo de Cavalo

Situada no Parque Estadual da Serra do Intendente, a cachoeira é formada pelo córrego do Teodoro e tem aproximadamente 150m de queda, dividida em três cascatas. A principal é formada por uma queda mais alta com água de córrego secundário e, como bate em pedra no início da queda acaba formando grandes respingos, que, com a força do vento a transforma em um elemento semelhante a um rabo de cavalo em movimento.

Um pouco mais abaixo e à direita da primeira, há uma queda de maior volume, dividindo-se em duas e chegando ao final em conjunto com outras. Há um grande poço com aproximadamente 1750 m2 (50 x 35 m) e profundidade desconhecida. Suas águas são escuras, limpas e muito frias. É possível atravessá-lo a nado e ficar embaixo da cascata. O poço é ladeado por um paredão rochoso e blocos de pedras de tamanhos variados.

O rio retorna seu curso entre grandes pedras no seu leito, sendo que neste percurso continua formando novas piscinas naturais. Na parte superior das quedas, formam-se belas piscinas naturais e quedas d’água menores, com destaque para a cachoeira do Altar, que cai de forma alongada, como uma cortina, formando um poço espumante. A vegetação é variada e apresenta espécies de gramíneas e matas mistas, com espécies de cerrado e mata atlântica.

Audiência Pública no Jassem escuta atingidos pelo Minas-Rio e alcança o objetivo

No dia 29 de agosto, ocorreu no distrito de São José de Jassem, em Alvorada de Minas, Audiência Pública, tendo como tema: as condições de vida das comunidades residentes abaixo da barragem de rejeitos da Anglo American. Com o objetivo de ouvir, prioritariamente, os integrantes das comunidades residentes a jusante da barragem de rejeitos, quanto aos impactos provocados pelo empreendimento minerário, nas suas condições de vida.

“- Queremos Reassentamento”; “- Não dá mais pra viver com medo”; “- Os peixes estão morrendo, como vou beber essa água”; “- Queria que um dos representantes da empresa morasse abaixo da barragem“; “- Estamos cercados e sendo vigiados todo dia”; “- Só queremos ser reconhecidos como atingidos”; “- Perdemos o direito de ir e vir”; “-Cadê nosso direito à informação”; “- Estamos sendo tratados como bicho”.

São frases chocantes, como estas acima, que permaneço defendendo e mostrando a realidade para os desavisados conceicionenses que, manipulados pela empresa e cegos pelas promessas, fazem do seu direito de emprego um escárnio às pessoas marginalizadas e simplórias, que residem adjacentes ao empreendimento Minas-Rio.

Literalmente é um absurdo o que essas pessoas estão passando. Será que ninguém os reconhece? Será que estão abandonadas? A resposta é não. Em verdade, afirmo que estamos ficando cada vez mais fortes e unidos para resolver e equilibrar a balança desproporcional da força.

Juntamente com o Ministério Público Estadual e Federal, representado pelos Drs. Helder Magno; Marcelo Mata Machado; Luís Gustavo Bortoncello e Luiz Tarcízio; os atingidos ganharam força na reta final para o acerto de contas com a empresa. Não dá mais para as pessoas viverem sem água e abaixo da barragem, a situação está ficando cada vez mais irreversível e quando liberarem o dito “step 3”, com a expansão da mina, como eles ficarão? Vão esperar alguém morrer, bebendo água contaminada para reconhecerem?

Quem me garante que a barragem é 100% segura? A barragem de fundão não atestaram e mesmo assim rompeu? E se romper esta? Quanto tempo levaria para a lama atingir o Jassem? Como um idoso, num intervalo de minutos ou talvez segundos, vai organizar sua família para subir um morro gigante? “É só eles fazerem treinamentos diários”, disse um vereador de Serro. As pessoas que vivem lá não têm culpa, Sr. vereador!

Saindo por Conceição, me deparei com uma pessoa que disse: “É só eles saírem, essas pessoas querem dinheiro, por isso estão lá”. Meu amigo, esqueceram de te falar que antes da empresa chegar, o Jassem já existia! Os atingidos não são contra a mineração e o emprego, só querem justiça! Serem reconhecidos e saírem do lamaçal que já se encontram!

Por meio de seus representantes, a empresa não quis responder às perguntas suscitadas naquele momento, mas declarou estar disponível para diálogo.

 

 

AudiênciaPública – Alvorada de Minas/MG

O MPMG promoverá na próxima semana, terça-feira, audiência pública no município de Alvorada de Minas com o objetivo de colher informações sobre as condições de vida das comunidades residentes abaixo da barragem de rejeitos do Projeto Minas-Rio.

Data: 29 de Agosto de 2017, Terça-Feira.

Horário: 17h30min.

Local: Escola Estadual São José de Jassém.

Endereço: Rua Padre Antônio Alves, n°01, Comunidade de São José de Jassém – Alvorada de Minas/MG.

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