Bem vindo ao Blog Davi Resende

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Abraços cordiais, Davi Gomes Resende

 

Mapa do turismo de Minas Gerais: número quase dobrou em relação ao ano passado e significa que 65% do estado tem vocação turística

O mapa do turismo de Minas Gerais recebeu 276 novos municípios neste ano e praticamente dobrou de tamanho. Com os novos municípios, o mapa mineiro saltou de 279, em 2016, para 555 cidades com vocação turística. Ou seja, 65% do estado tem vocação turística – e os gestores querem trabalhar o setor como forma de desenvolver a economia. O número de regiões turísticas também cresceu, passando de 40 para 48 regiões em 2017.

O levantamento completo do Mapa do Turismo Brasileiro foi divulgado nesta quinta-feira (14/9) pelo Ministério do Turismo. Em todo o país, foram listados 3.285 municípios em 328 regiões turísticas, um crescimento exponencial em relação ao Mapa de 2016, quando foram registradas 2.175 cidades em 291 regiões. A partir deste ano, o mapa, feito em conjunto com as secretarias estaduais de turismo e trade turístico, passará a ser atualizado a cada dois anos.

De acordo com o novo mapa, 87 municípios mineiros estão nas categorias A, B e C, que são aquelas que concentram o fluxo de turistas domésticos e internacionais e oferecem melhor infraestrutura. São exemplos destas categorias cidades como Belo Horizonte, Ouro Preto, Diamantina, Montes Claros, Juiz de Fora, Sabará, São João del-Rei, Tiradentes, Poços de Caldas, Pirapora e Uberlândia. Os demais 468 municípios turísticos mineiros figuram nas categorias D e E. Esses destinos não possuem fluxo turístico nacional e internacional expressivo – mas possuem papel importante no fluxo turístico regional.

O Mapa do turismo em Minas contempla praticamente todos os circuitos e regiões do estado, como Águas, Cachaça, Caminhos do Cerrado, Canastra, Diamantes, Pedras Preciosas, Guimarães Rosa, Furnas, Sertão Gerais, Jequitinhonha e Velho Chico.

Para o secretário de Estado de Turismo (Setur), Ricardo Faria, os novos dados do Mapa do Turismo Brasileiro revelam que Minas Gerais apresenta uma grande quantidade de municípios que já transformaram o turismo em realidade. “Estamos muito felizes com a inclusão dos 276 municípios mineiros para compor o mapa. Nossa vocação turística fica evidente com esse crescimento. Isso mostra também que o Governo de Minas Gerais, por meio da Setur, está trabalhando para fomentar o setor enquanto fator de desenvolvimento econômico”, destaca.

Dados da Setur mostram que, em Minas Gerais, o turismo movimentou cerca de R$ 17 bilhões em 2016, com 26,1 milhões de turistas. O setor representa 8,3% do total de empregos do estado.

Fonte

Proibir o uso de plásticos nem sempre funciona. Veja o que é preciso fazer

A Austrália é responsável por produzir mais de 13 mil toneladas de lixo plástico por ano. No final de junho de 2018, o governo australiano divulgou um relatório sobre a indústria de reciclagem e resíduos na Austrália.

Uma das recomendações foi que deveríamos eliminar progressivamente os plásticos descartáveis ​​à base de petróleo até 2023.

As proibições das sacolas plásticas, são uma opção – mas não são adequadas para todas as situações. Em primeiro lugar, o plástico não é mau: é flexível, durável, impermeável e barato. A questão é a maneira como descartamos isso. Como o plástico é tão versátil, ele foi adotado em uma série de produtos de consumo descartáveis ​​de uso único.

Muitas pessoas estão trabalhando em soluções tecnológicas para nossos problemas de plástico. Estas vão desde melhores técnicas de reciclagem e “plásticos” biodegradáveis ​​feitos de algas ou amido, até usar a larva que pode comer resíduos de plástico.

Mas essas opções são lentas e caras. Eles também podem ter outros impactos ambientais, como emissões de gases de efeito estufa e consumo de recursos.

Há muitas alternativas reutilizáveis ​​para muitos produtos de uso único. O desafio é levar as pessoas a usá-las.

Para a mudança no nível da sociedade, as abordagens múltiplas são mais eficazes do que qualquer iniciativa isolada. Por exemplo, se quiséssemos eliminar gradualmente os talheres de plástico, poderíamos começar com uma campanha de conscientização que encoraje as pessoas a usar alternativas reutilizáveis.

Então, uma vez que a comunidade esteja a bordo, implemente uma pequena taxa com alguns lembretes e, finalmente, mude para uma proibição, uma vez que a maioria já tenha mudado seu comportamento.

A chave para eliminar com sucesso a nossa dependência de produtos plásticos de uso único é mudar a norma. Quanto mais falamos sobre o problema e as soluções, mais as empresas vão procurar e oferecer alternativas, e o mais provável é que nos mobilizemos juntos.

Fonte Engenharia E 

Estudo mostra que planeta pode virar uma estufa e que não há muito mais a se fazer para evitar

Estamos num limite muito perigoso, prestes a empurrar o planeta para um aquecimento contínuo, uma espécie de “Estufa Terrestre”, mesmo se e quando as emissões de gases poluentes forem reduzidas. Esta é a conclusão de mais um estudo de cientistas que empregaram seu tempo para pesquisar as mudanças climáticas, consideradas por eles “uma das questões mais existenciais da Ciência hoje”. O resultado foi publicado no jornal “Proceedings of the National Academy os Sciences of the United States of America” e reproduzido no “The Guardian” .

O estudo está sendo divulgado em meio a uma forte onda de calor que está alarmando a Europa, onde houve a ameaça de que as temperaturas chegassem a 48 graus no fim de semana que passou. Mas, se a um só tempo é extremamente importante que se dê atenção a mais um alerta gigante feito por quem entende e sabe das coisas no mundo do clima, por outro pode ser apenas “mais um estudo”, que vai ganhar um nicho de “coisas para lembrar depois” em vez de ser capaz de nos fazer mudar de hábitos. Este é o perigo.

Tem detalhes novos neste relatório, como por exemplo a descoberta de que o aumento das chuvas – um sintoma das mudanças climáticas – está tornando mais difícil para os solos das florestas capturarem gases do efeito estufa. Atualmente, as temperaturas médias globais estão um pouco acima de 1C dos níveis pré-industriais e subindo a 0,17C por década. O acordo climático de Paris estabeleceu ações para manter o aquecimento limitado a 1.5 a 2 graus até o final do século, mas os autores do estudo alertam que medidas mais drásticas podem ser necessárias. E dão como exemplo, justamente, o calor danado que está assolando a Europa. Pode ser muito pior nos próximos anos, caso a temperatura da Terra fique 1.5 graus mais alta.

Pois então… o que fazer?

Gosto da provocação de Naomi Klein, jornalista canadense, autora de vários livros sobre o tema, entre eles “This Changes Everything” e “The Shock Doctrine” , que se tornou ativista ambiental reconhecida no mundo todo. Embora faça uma análise crua sobre os fatos apresentados pelos cientistas do clima, Klein tem uma visão otimista, porque acredita que podemos aproveitar essa crise existencial para “transformar nosso sistema econômico e construir algo radicalmente melhor”.

A mudança tem que ser mesmo radical, acompanhando o tamanho da ameaça que paira sobre nossas cabeças. Talvez a que mais bem se adapte atualmente seja, justamente, parar de negar o que está sendo mais do que provado. A partir de uma consciência que nos ponha num caminho mais perto da natureza, pode começar a ficar um pouco mais fácil entender que é possível tentar mudar. Certamente não vai dar para desligar para sempre os aparelhos de ar condicionado, dos quais nos tornamos dependentes até por causa do aquecimento. Mas podemos combinar mais momentos de vida ao ar livre, com roupas mais leves, horários diferentes de trabalho.

Busquei em outra fonte mais ideias que possam nos ajudar a ir montando um mosaico para o tremendo quebra-cabeça que se forma diante de pessoas sensíveis à causa. No livro “Climate change, capitalism, and corporation” (ainda sem tradução) os professores Christopher Wright e Danie Nyberg lembram o importantíssimo papel das grandes empresas em nossa labuta para conseguir novas políticas climáticas.

“Por um lado, elas são as principais agentes na produção de gases poluentes e, por outro, são vistas também como nossa grande esperança em reduzir as emissões através de inovações tecnológicas”, dizem os autores. Por causa desse duplo papel, os dois focaram seu estudo em grandes empresas, entrevistando mais de 70 CEOs.

Na conclusão do livro encontro algumas reflexões que podem nos ajudar. Eles sugerem que pode haver seis caminhos para que se consiga ampliar o debate e imaginar mudanças.

O primeiro caminho proposto pelos professores é que se tire o meio ambiente de um nicho menos importante, por exemplo, do que a economia ou as questões sociais. É preciso que se amplie o debate, enxergando sempre as possíveis variáveis ambientais em todos os setores da vida. Como diz Naomi Klein, o aquecimento global e as possíveis formas de se conviver com ele tem a ver tanto com gases poluentes como com o capitalismo, sistema econômico que precisa rever seriamente seu jeito de fazer negócios.

Depois disso, Christopher e Daniel sugerem que se tenha uma narrativa totalmente diferente da atual, que vê riscos e oportunidades nas mudanças climáticas. Vai ser fora da corrente econômica e dos discursos de negócios que se vai encontrar uma linguagem que nos ponha mais frente a frente com as mudanças que precisamos fazer. O clima, cada vez mais, vai nos colocar perguntas duras sobre nossa relação com o ambiente natural e, ao fazê-lo, vai nos forçar a ter uma percepção diferente da maneira como lidar com ele. Longe do “business as usual”, portanto.

Há coisas mais importantes e urgentes, lembram os dois, que as grandes corporações podem fazer muito antes de estabelecer um preço para o carbono. O que é preciso é apoiar uma forma direta e eficaz de democracia, de envolvimento dos cidadãos.

Dar preço, em valores monetários, ao meio ambiente – como se vê em propostas de mercado de carbono ou da economia verde – vai transformá-lo em “um” valor. Uma outra forma é aumentar nosso respeito pelo planeta, reconhecendo sua pluralidade, percebendo que há sempre uma relação ecológica. Muito mais do que, apenas, uma construção de utilidade humana para o meio ambiente.

Os professores cutucam nosso posicionamento ao comprar produtos ecológicos, alertando para o modismo que pode haver atrás dessa atitude. É preciso ir além e ter trabalho, juntar crença com ação. Recusar o modismo do “consumo verde” pode ser um trampolim para que se faça uma análise profunda de nós mesmos como cidadãos num mundo em que o clima já mudou.

Por fim, Daniel e Christopher lembram que não têm a solução para o problema da mudança climática, que não há uma bala de prata. O que eles esperam é que os danos sejam menores do que aqueles que os cientistas estão apontando, É preciso, ao menos, tentar.

Fonte

PREFEITURA DE CONCEIÇÃO DO MATO DENTRO CRIA SITE COM ROTAS E INFORMAÇÕES TURÍSTICAS

Quando tem que bater a gente bate! Mas quando cria-se algo bom é de tirar o chapéu!

A prefeitura de Conceição criou um site que, diga-se de passagem, ficou excelente! O site conta um pouco a história da cidade, além de permitir aos turistas informações importantes, como:

  • Rotas Turísticas;
  • Gastronomia;
  • Serviços na cidade, como Hotéis, postos de gasolina, bancos, etc.

O site vai permitir ao turista, melhor acessibilidade às rotas, além de fazê-lo conhecedor da história conceicionense.

Parabéns à prefeitura!

Visite http://turismo.cmd.mg.gov.br

O Everest, um lixão no teto do mundo

Barracas fluorescentes, material de escalada e até excrementos. Em 2017, os alpinistas na vertente nepalesa recuperaram cerca de 25 toneladas de resíduos sólidos e 15 toneladas de dejetos humanos

O ser humano deixa seu rastro até no teto do mundo. Barracas fluorescentes, material de escalada, cilindros de oxigênio vazios e até excrementos. Um alpinista que acha que vai encontrar neve imaculada no Everest pode ter uma surpresa desagradável.

“É nojento, um espetáculo repugnante”, diz Pemba Dorje Sherpa, um guia nepalês que chegou 18 vezes ao Everest. “A montanha tem toneladas de resíduos.”

Desde o surgimento das expedições comerciais nos anos 1990, disparou o número de pessoas que escalaram a montanha de 8.848 metros de altitude. Este ano, somente na alta temporada da primavera, pelo menos 600 alpinistas alcançaram seu cume. Mas essa popularidade tem consequências. Os montanhistas, que gastam muito dinheiro para realizar a emblemática subida, às vezes prestam pouca atenção à sua pegada ecológica. Pouco a pouco, com uma cordada após a outra, os resíduos vão manchando o Everest.

As autoridades já tomaram algumas medidas para impedir a poluição. Há cinco anos o Nepal pede uma fiança de 4.000 dólares (15.600 reais) por expedição, que reembolsa se cada alpinista do grupo trouxer de volta pelo menos oito quilos de dejetos. No lado tibetano da montanha, menos frequentado, as autoridades exigem a mesma quantidade e impõem multa de 100 dólares (390 reais) por quilo faltante.

Em 2017, os alpinistas da vertente nepalesa recuperaram cerca de 25 toneladas de resíduos sólidos e 15 toneladas de dejetos humanos, segundo o Sagarmatha Pollution Control Committee (SPCC). E nesta temporada foram retiradas quantidades ainda mais elevadas, embora continuem representando uma ínfima parte da poluição causada.

Somente a metade dos alpinistas recupera as quantidades de resíduos exigidas, segundo o SPCC. A perda da fiança representa na realidade uma soma ridícula em comparação com as dezenas de milhares de dólares que cada montanhista gasta para uma expedição ao Everest.

Para Pemba Dorje Sherpa, o principal problema é o desleixo dos visitantes, ao qual se soma o fato de que algumas autoridades fecham os olhos em troca de um pequeno suborno. “Não há vigilância suficiente nos acampamentos altos (os situados acima do acampamento-base) para garantir que a montanha continue limpa”, lamenta.

A guerra de preços entre vários operadores converteu o Everest em um destino mais acessível para um número cada vez maior de alpinistas inexperientes. As expedições mais baratas podem custar “somente” 20.000 dólares (78.000 reais), muito abaixo dos cerca de 70.000 (273.000 reais) pagos pelas mais famosas.

“Não há vigilância suficiente nos acampamentos altos (os situados acima do campo-base) para garantir que a montanha continue limpa”

A chegada de pessoas menos acostumadas a montanhas altas agrava o problema da poluição, pondera Damian Benegas, um veterano do Everest. Antes, os alpinistas levavam eles mesmos a maior parte de seu material, mas muitos neófitos não conseguem fazer isso hoje em dia. Os xerpas “têm de levar o material do cliente, por isso já não podem trazer o lixo para baixo”, afirma Damian Benegas, que incentiva as agências a contratarem mais funcionários para montanhas altas.

Os defensores do meio ambiente também temem que a poluição do Everest afete os rios do vale situado mais abaixo. No momento, os excrementos dos alpinistas do acampamento-base são transportados até a cidadezinha mais próxima, a uma hora a pé, onde são jogados em fossas.

“Depois acabam sendo arrastados rio abaixo durante as monções”, explica Garry Porter, um engenheiro norte-americano. Ele e sua equipe estudam a construção de uma estrutura de compostagem perto do acampamento-base, para transformar esses excrementos em adubo.

Ang Tsering Sherpa, ex-presidente da Associação de Alpinismo do Nepal, acha que uma das soluções poderia ser a criação de equipes dedicadas unicamente à coleta de dejetos. Sua operadora, a Asian Trekking, que insiste no lado ecológico de suas expedições, recolheu 18 toneladas de resíduos na última década, além dos oito quilos por membro da expedição. “Não é um trabalho simples”, diz Ang Tsering Sherpa. “O Governo tem de estimular os grupos para limpar e aplicar as regras com mais rigor.”

Fonte: El País

Dia Mundial do Meio Ambiente

Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado anualmente em 5 de Junho.

O Dia Mundial do Meio Ambiente começou a ser comemorado em 1972, com o objetivo de promover atividades de proteção e preservação do meio ambiente, e alertar o público e governos de cada país sobre os perigos de negligenciarmos a tarefa de cuidar do mundo em que vivemos.

Foi em Estocolmo, no dia 5 de junho de 1972, que teve início a primeira das Conferências das Nações Unidas sobre o ambiente humano. A reunião durou até o dia 16 e congregou vários governos e ONG’s. Por esse motivo foi a data escolhida como Dia Mundial do Meio Ambiente.

No Brasil ainda se celebra a Semana Nacional do Meio Ambiente, como consequência da data criada pela ONU.

Temas do Dia Mundial do Meio Ambiente

Todos os anos, as Nações Unidas dão um tema diferente ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Esta foi a forma encontrada pela ONU para dar ideias de atividades que promovam a conscientização da população para preservar o meio ambiente.

O tema para 2018 é “Acabe com a Poluição Plástica“.

Atividades para o Dia do Meio Ambiente

  • Pinte um mural sobre a natureza;
  • Ajude a limpar uma praia;
  • Faça coisas com material reciclado;
  • Plante uma árvore ou um mini jardim em sua casa;
  • Utilize materiais reciclados;
  • Comece a separar o lixo para ser reciclado;
  • Ajude a limpar um parque público.

Frases para o Dia do Meio Ambiente

  • “Ambiente limpo não é o que mais se limpa e sim o que menos se suja”.
  • “É triste pensar que a natureza fala e que o gênero humano não a ouve”. (Victor Hugo)
  • “Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome”.(Mahatma Gandhi).

    Fonte

BASE JUMP É ATRAÇÃO NA CACHOEIRA DO TABULEIRO

O Parque do Tabuleiro caminha junto com os esportes de aventura. Um dos esportes muito praticados na cachoeira é o Base Jump, que é uma modalidade na qual o base-jumper (esportista) salta de penhascos, prédios, antenas e outros, fazendo o uso de pára-quedas apropriado para abertura em baixas altitudes.

No parque, o salto ocorre do topo da nossa cachoeira, o base-jumper salta do topo, abre o para-quedas após poucos segundos e aterrisa dentro do poço principal.

Imagine quanta emoção!

 

Fonte

Cachoeira Rabo de Cavalo em Conceição do Mato Dentro

Existe coisa mais bela que explorarmos e conhecermos nossas próprias belezas naturais?

Como dizem por aí: “A grama do vizinho é mais bonita que a minha”…

Tem que ser muito ignorante para não reconhecer e não dar valor às belas imagens que vem a seguir!! Compensa viajar e conhecer Minas Gerais!

Montanhas Alterosas

 

Na rota do Sossego!

 

Mimosa pastando

 

Novo amigo

Cachoeira Rabo de Cavalo

A vida é bela